terça-feira, 10 de novembro de 2009

Petrobras é 3ª maior empresa de capital aberto da América Latina e EUA

Empresa pulou da 121ª colocação no ranking em 2002 para o top 3 no início de novembro, com valor de mercado de US$ 207,9 bilhões
Por Época NEGÓCIOS Online



A Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos, com valor de mercado de US$ 207,9 bilhões, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (10/11) pela consultoria Economatica. Desde o final de 2002, quando valia US$ 15,4 bilhões, a empresa saltou 118 posições no ranking das maiores empresas, registrando um crescimento de US$ 192,5 bilhões.

No período estudado pela Economatica, que vai de 31 dezembro de 2002 até ontem (09/11), a Petrobras conseguiu ficar na segunda colocação entre as americanas em sete oportunidades. Nos dia 21 e 22 de maio de 2008, a estatal do petróleo atingiu o seu maior valor de mercado histórico, com US$ 309,5 bilhões – colocando-a na segunda colocação, atrás somente da norte-americana Exxon, que nessas datas tinha valor de mercado de US$ 494,9 bilhões e 488,8 bilhões, respectivamente.


Com o agravamento da crise financeira, no final do ano passado, a Petrobras atingiu US$ 95,8 bilhões, contra US$ 242,7 bilhões no final de 2007, queda de US$ 146,9 bilhões.

Outra gigante brasileira, a Vale, aparece hoje em 14° lugar no ranking das maiores empresas, com valor de mercado estimado em US$ 141,9 bilhões. Desde 2002, quando valia US$ 11 bilhões e ocupava a 153ª posição, a companhia subiu 139 colocações, com crescimento de US$ 130,9 bilhões.

A Vale atingiu o seu maior valor de mercado histórico no dia 16 de maio de 2008, com US$ 196,5 bilhões – o que colocou a empresa na oitava colocação entre as grandes dos Estados Unidos. Em dois momentos, a Vale conseguiu ultrapassar a Petrobras, no início de outubro, quando seu valor de mercado ficou em US$ 163,6 bilhões contra US$ 159,3 bilhões da Petrobras.

Atualmente, a empresa com maior valor de mercado nos EUA é a petroleira Exxon, com US$ 345, 8 bilhões, seguida pela Microsoft, com US$ 257,4 bilhões.

Veja abaixo o ranking das 20 maiores empresas por valor de mercado no Brasil e nos Estados Unidos.

Tirado do site época negocios.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

TNLP4 e CPFE3




Parece que o papel chegou ao topo como eu esperava. Agora é aguardar e ver quais serão os próximos movimentos.
Encontrei um papel interessante, que parece fazer um bom canal de alto e encosta num suporte tocado várias vezes. CPFE3 teve esse suporte em R$30,52 e espero uma resistência próxima dos R$34,50. Banda Bollinger se abrindo e volume com notável aumento. Veremos.


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Entrevista: IOF traz risco altíssimo de perda de liquidez, diz Fraga.

São Paulo, 21 - O ex-presidente do Banco Central (BC), sócio-fundador da Gávea Investimentos e presidente do Conselho de Administração da BM&FBovespa, Arminio Fraga, considera que a taxação do IOF nos fluxos estrangeiros para a Bolsa traz “riscos altíssimos” de desviar a liquidez do mercado acionário brasileiro para o exterior, prejudicando médias empresas e contribuindo para concentrar mais o poder econômico no Brasil. Em entrevista ao repórter Fernando Dantas, do Estado de S.Paulo ele frisa, porém, que considera totalmente legítima a preocupação do governo com o câmbio. Da França, em férias, ele falou com o Estado por telefone.

Estado - O que o sr. achou do IOF nas aplicações de renda fixa e na Bolsa?

Armínio Fraga - Acho que a preocupação do governo com câmbio é legítima. Mas, do ponto de vista do mercado de capitais, a tributação, da bolsa especialmente, me parece trazer poucos benefícios e altíssimos custos. Espero que em algum momento essa política possa ser revista. O Brasil está indo bem, está se destacando, e isso cria realmente um interesse muito grande. Como lidar com essa abundância de capitais é um problema. Um bom problema, melhor que o oposto, mas que merece ser debatido, analisado e ter respostas que tragam genuinamente benefícios para o País. Sempre há custos, mas não vejo na tributação de investimentos de curto prazo (em renda fixa) algo que tenha consequências tão graves quanto a tributação de investimentos na Bolsa. Não estou defendendo tributar o instrumento de curto prazo, mas acho que, em comparação com a Bolsa, os custos são menores.

Estado - Por quê?

Fraga - A Bolsa no Brasil está se desenvolvendo bem e se tornando uma fonte de capital importante para o crescimento e o desenvolvimento. O capital da Bolsa, esse que as empresas estão levantando todo dia no mercado, é o capital de mais longo prazo que existe. Quando uma empresa emite uma ação, o dinheiro não sai mais de lá. Alguém pode mudar de ideia e querer vender, mas isso são outros quinhentos. O capital produtivo está lá e fica. Esse capital precisa ser bem tratado, o que significa, para nós, ter no Brasil um centro de liquidez. E a nossa Bolsa é de fato um centro de liquidez local, e potencialmente regional, especialmente para as empresas médias. Essa liquidez é muito importante para ter um mercado de capitais vibrante e, se a perdemos para os mercados internacionais, vai haver um custo elevado e de reversão difícil. Houve o caso da Libor. O mercado de juros em dólar cresceu e se desenvolveu, num certo período, mais no exterior do que nos Estados Unidos, em função de tributação - o “L” de Libor é Londres.

Estado - É alto o risco de migração de liquidez?

Fraga - É um risco altíssimo num mundo mais globalizado: o capital vai para onde pode se movimentar sem fricções. As maiores empresas podem ter liquidez fora do Brasil. Mas penso que isso não é do nosso interesse porque, com o tempo, faria o mercado local minguar. Não existe espaço no mundo para muitos mercados de peso, e o Brasil tem todas as condições de ter o seu. Mas, para que isso ocorra, é preciso ter a participação de investidores do mundo inteiro, de curto, médio e longo prazos. O mercado é feito disso. É muito mais simpático atrair investimento de longo prazo,mas os mercados não funcionam sem todas aquelas dimensões. Quando se tira a dimensão da liquidez, deixa de ser interessante.

Estado - A medida afeta mais as empresas médias?

Fraga - Com certeza. O mercado para elas já não é muito líquido. Se se retira essa importante fonte de liquidez, que vem de fora, a coisa se complica ainda mais. Aliás, uma característica do mundo econômico-financeiro global hoje é uma certa tendência à concentração. Acho que o governo tem obrigação de ficar de olho nisso e tentar interferir para que esse processo não vá longe demais. Não é bom ter uma economia muito concentrada, muito monopolizada. O cidadão e o consumidor saem perdendo, assim como o dinamismo da economia. Quem pode perder também é o empresário brasileiro que nunca teve acesso a capital, que não faz parte dos grupos antigos, tipicamente muito concentrados.

Estado - O que poderia se fazer para segurar o câmbio?

Fraga - Acho que o Estado tem um papel, sim, de administrar a volatilidade dos mercados, mas não penso que aquele seja o caminho. Em relação ao câmbio, especificamente, a política fiscal é um instrumento indireto que pode ser dos mais eficazes. Se houver um ajuste, com visão de longo prazo e credibilidade, acho que há um enorme espaço para derrubar as taxas de juros, e isso teria um impacto proporcional no câmbio. E, se houvesse o desejo do governo de uma intervenção mais agressiva no mercado de câmbio, ela custaria muito menos, por causa dos juros baixos. A meu ver, essa seria a resposta mais poderosa.

Estado - E o IOF vai funcionar?

Fraga - Vejo algum impacto de curto prazo de medidas que afetem o fluxo de curto prazo (de renda fixa). Mas acho que no médio prazo não tem. Não vejo muita mágica aí, não. Uma possibilidade para se ter o câmbio mais desvalorizado - e não quero parecer sarcástico - viria pelo lado negativo, se tivéssemos problemas,conduzíssemos mal nossa política econômica. Isso poderia ter um impacto, minar a confiança, e aí faria o câmbio subir. O que não seria bom.

Estado - O sr. se preocupa com a possibilidade desse tipo de deterioração no fim do governo?

Fraga - Tenho uma preocupação antiga, que não é de final de governo nem é deste governo. Ela, inclusive, vem desde o governo anterior, do qual fiz parte. Diz respeito a um certo descontrole do gasto público, que me preocupa muito. Há também, por outro lado, tanto aqui como no resto do mundo, o risco de alguma perda de disciplina no fim do governo. Mas o Brasil está numa trajetória boa, e continuo otimista. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. (Fernando
Dantas)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Boletim do FED

Uma breve tradução tirada do blog CHR Investidor sobre o boletim divulgado pelo FED na ultima reunião do FOMC (Federal Open Market Committee), que equivale ao copom brasileiro. Segundos eles o sinal é de freio na queda das atividades econômicas depois de severas perdas.

“A informação recebida desde que o Comitê Federal de Mercado Aberto se reuniu em agosto sugere que a atividade econômica acelerou após seu severo declínio. As condições nos mercados financeiros melhoraram mais e a atividade no setor de moradia aumentou. Os gastos das famílias parecem estar se estabilizando, mas permanecem limitadas pela perda em andamento do emprego, lento crescimento da renda, menor valor das residências e crédito apertado. As empresas ainda estão cortando investimento fixo e pessoal, embora em um ritmo mais lento; eles continuam a fazer progressos em trazer os estoques a um melhor alinhamento com as vendas. Embora a atividade econômica provavelmente vá se manter fraca por algum tempo, o Comitê antecipa que as ações de política para estabilizar os mercados financeiros e as instituições, estímulos fiscal e monetário e forças do mercado vão dar suporte a um fortalecimento do crescimento econômico e um gradual retorno a níveis mais altos de utilização dos recursos em um contexto de estabilidade de preço.
Como a substancial folga de recursos provavelmente vai continuar a esfriar a pressão de custos e com as expectativas de inflação no longo prazo estáveis, o Comitê espera que a inflação vá permanecer contida por algum tempo.
Nessas circunstâncias, o Federal Reserve continuará a empregar uma ampla variedade de instrumentos para promover a recuperação econômica e para preservar a estabilidade de preço. O Comitê vai manter a meta da faixa dos Fed Funds em zero a 0,15% e continuará a antecipar que as condições econômicas provavelmente vão garantir níveis excepcionalmente baixos das taxas dos Fed Funds por um período prolongado. Para proporcionar suporte ao empréstimo hipotecário e aos mercados de moradia e para melhorar as condições gerais nos mercados de crédito privado, o Federal Reserve vai comprar um total de US$ 1,25 trilhão de ativos lastreados em hipotecas de agências e até US$ 200 bilhões de dívida de agências. O Comitê vai gradualmente desacelerar o ritmo dessas compras com objetivo de promover uma suave transição nos mercados e antecipa que elas serão executadas até o final do primeiro trimestre de 2010.
Como anteriormente anunciado, as compras de US$ 300 bilhões de Treasuries pelo Federal Reserve serão completadas até o final de outubro de 2009. O Comitê vai continuar a avaliar o momento e volumes gerais de suas compras de ativos à luz do desenvolvimento da perspectiva econômica e das condições nos mercados financeiros. O Federal Reserve está monitorando o tamanho e composição de seu balanço patrimonial e fará ajustes nos seus programas de crédito e de liquidez conforme seja justificado.

A votação para a ação de política monetária no Fomc foi: Ben S. Bernanke, presidente; William C. Dudley, vice-presidente; Elizabeth A. Duke; Charles L.
Evans; Donald L. Kohn; Jeffrey M. Lacker; Dennis P. Lockhart; Daniel K. Tarullo; Kevin M. Warsh; e Janet L. Yellen.”


Legal também essa tabela criada para traduzir os momentos que o FED passa. Tirada do mesmo blog do texto acima.


http://www.chrinvestor.com/wp-content/uploads/2009/09/fed.jpg


quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Trem-bala e investimento direto

Autor(es): LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA
Folha de S. Paulo - 10/08/2009

Não interessa ao Brasil oferecer de graça o mercado interno, o patrimônio mais precioso de uma nação



O MINISTRO das Relações Exteriores da Espanha, Miguel Ángel Moratinos, esteve no Brasil acompanhado por uma comitiva de executivos de 20 empresas e informou ao jornal "Valor Econômico" (edição de 29 de julho) que o governo e as companhias espanholas estão muito interessados em participar da licitação para o trem de alta velocidade entre Rio e São Paulo.
Não é surpreendente. As empresas dos países ricos que dispõem de tecnologia para trens-bala estarão todas interessadas. Dessa forma, garantirão um rendimento seguro para seu investimento, que, como acontece com esse tipo de serviço, deverá ser duas a três vezes maior do que a taxa de juros que obteriam se emprestassem o dinheiro.
O que nós, brasileiros, deveríamos discutir seriamente é se interessa ao Brasil conceder a empresas estrangeiras a concessão de serviços públicos monopolistas, em vez de aceitarmos como pressuposto ou como "evidente" que temos esse interesse.
Eu estou seguro de que não interessa: não deveríamos abrir para empresas estrangeiras a concessão de serviços públicos. Em primeiro lugar, porque não interessa ao Brasil "crescer com poupança externa", ou seja, se endividar para crescer, independentemente da forma como o déficit em conta corrente seja financiado: através de empréstimos ou de investimentos diretos.
Os influxos líquidos de capital no país apreciam o câmbio e, em vez de aumentarem a taxa de investimento do país, aumentam seu consumo. É por essa razão -pela elevada taxa de substituição de poupança interna pela externa envolvida nos déficits em conta corrente- que as pesquisas econométricas mostram que não há relação causal entre investimentos diretos (que financiam aqueles déficits) e crescimento. A dívida, entretanto, foi contraída e passa a render juros elevados e dividendos ainda mais elevados para os países investidores.
Em segundo lugar, porque não interessa ao Brasil oferecer de graça nosso mercado interno aos países ricos. O mercado interno de um país é seu patrimônio mais precioso. Por isso, os países o negociam tão duramente na OMC e nos acordos regionais e bilaterais. Por que não adotar a mesma política no caso dos investimentos diretos? Os países ricos obtêm com sobra essa reciprocidade: abrem seus mercados para o investimento direto, mas, em compensação, investem em maior volume nos demais países, principalmente nos em desenvolvimento. Não é o nosso caso.
E a tecnologia? Esta é importante e justifica investimentos diretos, mas desde que o investimento seja feito em associação com o país recipiente, como fazem os chineses. Como a China tem sempre saldo em conta corrente, cresce com despoupança externa. Continua recebendo mais investimento direto do que faz, mas apenas na medida em que esse envolva partilha de tecnologia. E não abre seu mercado para o investimento em serviços públicos monopolistas.
A Espanha já é o segundo país em investimentos diretos no Brasil. Esses investimentos dirigiram-se principalmente para serviços monopolistas ou quase monopolistas. E contaram com subsídios do governo. Vale a pena para o governo espanhol apoiar suas empresas. Dessa forma, transformam-se em rentistas -passam a receber uma renda segura e elevada que acresce sua riqueza. Não aumentaria também a nossa? Na maioria dos casos, não, já que a substituição de poupança interna por externa que os investimentos diretos envolvem representa endividamento adicional, obrigação de pagamento de dividendos elevados e pouco ou nenhum aumento da taxa de investimento.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Gozação das estatísticas sobre crédito

Achei esse texto em um dos melhores blogs de economia que leio. O autor é Fernando Blanco. O cara escreve nesse blog aqui e tem feitos umas analises sobre crédito imperdíveis.

Olá, vamos discutir duas notícias recém divulgadas:
  1. Fato 1: “O crédito cresceu 19% no Brasil, na comparação com os últimos 12 meses”.
  2. Fato 2: “O crédito cresceu 1,5% no Reino Unido, na comparação com os últimos 12 meses”.

Qual é a melhor notícia? Lendo assim, de sopetão, qualquer um diria que deveríamos comemorar a situação do Brasil. E foi exatamente este o tom da manchete do Estadão desta semana. Já no Reino Unido, ela foi recebida com a ressalva de que foi a menor taxa de crescimento dos últimos anos, i.e. uma recepção negativa!

Acontece que as duas taxas são muito similares (19% e 1,5%) em termos de crescimento efetivo do crédito para a sociedade. Explico:

  • Primeiramente, tivemos em 15 de setembro uma machadada na oferta de crédito no Brasil, pois aqui os empréstimos são de curto-prazo. Lá fora o crédito enxugou também, mas muito menos do que aqui.
  • No Reino Unido e no resto dos países industrializados, o volume de crédito é gigantesco faz tempo e é pouco sujeito a oscilações de oferta. No Brasil é o contrário. Crédito para empresas pequenas e para o povão é novidade por aqui.
  • Como o nosso estoque de crédio vinha crescendo a uma taxa de 25% a.a., estes 19% acumulados junho ‘09 x ‘08 significa uma drástica redução do crescimento da oferta.
  • No fundo, esta informação é inútil se não for comparada com nada: se comparada com o mês anterior mostra que o crescimento efetivo foi pífio ou negativo; se compararmos com os 12 meses findos em maio ou qualquer outro mês, veremos que a redução é grande.
  • Já no Reino Unido, que teve o seu sistema financeiro quase dizimado – ao contrario daqui -, a oferta cresceu “vegetativamente”, i.e. perto da inflação do período.

A comparação do estoque de crédito da economia ano a ano, só voltará a ser útil e relevante a partir do próximo mês de outubro, quando os efeitos do corte brutal da oferta de crédito novo, a partir de 15 de setembro de 2008, já tiverem sido absorvidos pelas estatísticas.

Portanto, e reforçando o óbvio, cuidado com as estatísticas! Dependendo da base de comparação utilizada elas são mentirosas ou gozadoras.

Abraços, F.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

PIB americano

EUA mostra que pode estar se recuperando desta crise que muitos diziam ser a maior depois de 1929. O PIB americano no ultimo trimestre teve decréscimo de apenas 1%. No trimestre anterior a queda foi de 6,4%. Europa e Japão mostram sinais de deflação. A Eurozona tem estimativa 0,6% para o mês de julho. No Japão a queda nos preços já está no terceiro mês consecutivo. Lawrence Summers, diretor econômico da Casa Branca, disse ontem a noite o seguinte: “Seis meses atrás, quando o presidente tomou posse, nós estávamos falando sobre se a recessão se tornaria uma depressão. Hoje, nós estamos falando sobre quando a recessão vai acabar.”
Será que os bons tempos voltaram?